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- Notícias
Postado dia 09/06/2017.

O governo federal trabalha com a projeção de injeção de R$ 30 bilhões na economia brasileira neste ano com a liberação dos saques do FGTS inativo. A medida deve movimentar 0,5 % do Produto Interno Bruno (PIB) do país. Para o governo, a iniciativa pode levar de forma rápida à redução do endividamento das famílias, contribuindo para a volta do crescimento econômico.

O mercado imobiliário aposta que uma fatia desse capital que chega ao bolso dos brasileiros possa ser investida na compra de imóveis, e vê com otimismo a medida, que somada a outros fatores, pode indicar uma caminho para a saída da crise que ainda afeta o setor.

A mais recente pesquisa sobre o segmento imobiliário do país, realizada pela FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, e publicada com exclusividade pela Revista EXAME em maio, traz dados que indicam que esse é o melhor momento da última década para quem esta capitalizado e quer negociar a compra de um imóvel.

A pesquisa analisou preços em 5.600 bairros de 203 cidades brasileiras e constatou que os preços dos imóveis subiram apenas 0,8% em 2016. Em termos reais, os preços caíram 5%. Mesmo assim, as vendas não aumentaram por conta da queda da renda das famílias, os altos juros, dificultando financiamentos, e também pela insegurança econômica, desemprego e medo de perder o posto de trabalho.

Diante do cenário avaliado pela pesquisa, os analistas e representantes do setor imobiliário ouvidos afirmam que agora é a hora certa para negociar. Para muitos, a crise já chegou ao fundo do poço. O próximo passo é a recuperação, o que elevaria os preços dos imóveis.

Otair Guimarães, diretor comercial da Leste Realty, empresa que lançou em Ribeirão Preto no final de 2016, em parceria com o Grupo Engep, o empreendimento Quinta dos Ventos, localizado na zona sul da cidade, também avalia que este é o momento ideal para investir no sonho da casa própria.

O empresário ainda analisa como positivas para ao mercado a liberação de recursos do FGTS inativo e a redução de juros, como a taxa Selic. “O setor imobiliário ainda aguarda para avaliar o impacto da liberação desses recursos do FGTS inativo no mercado e também de um corte ainda maior na Selic. Mas a expectativa é positiva. O fato de o trabalhador poder sacar o dinheiro e utilizar naquilo que preferir é bastante interessante. Além disso, a expectativa do trabalhador quitar dívidas pode resultar na queda da inadimplência, que tem impacto na melhoria das condições de financiamento. Fato positivo para o mercado de forma geral”, afirma Otair Guimarães.

Fonte: https://goo.gl/nIFVx3

Postado dia 11/05/2017.
O imóvel próprio sempre parece um sonho distante. Afinal de contas, ele exige um investimento alto e, em geral, é pago ao longo de muitos anos por conta do financiamento. Mas comprar um imóvel não é um sonho tão distante, principalmente para quem começa a se planejar desde cedo. Inclusive, é possível comprar um imóvel antes mesmo dos 30 anos. Porém, para isso, é preciso ter muita organização financeira. Confira algumas dicas para alcançar o objetivo.
Antes dos 30 anos, geralmente, é uma época que se mostra propícia para começar a se planejar para comprar um imóvel. É importante aproveitar o momento que se consegue um emprego e começa a receber um salário e ainda não se tem muitos gastos porque ainda vive na casa dos pais e não tem família ou filhos. “Quanto mais novo puder comprar um imóvel, melhor. Até porque a pessoa tem o direito de financiar em até 35 anos. Então, se ele começa aos 30, lá pelos 65 anos vai ter o imóvel próprio. Ou seja, quanto antes começar, mais tranquilidade vai ter mais na frente”, ressalta Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).

Porém, por outro lado, uma pessoa muito jovem, antes dos 30 anos, provavelmente não vai ter uma reserva muito grande para dar de entrada e vai precisar financiar a maior parte do imóvel e por um período muito longo. Mesmo que só seja possível financiar 30% da renda, esse valor pode ser bastante alto quando a renda não é tão boa assim. Desta forma, pode não sobrar praticamente nada. “É importante que o jovem tenha um emprego seguro e conseguir um bom financiamento. E ainda se organizar muito bem financeiramente para que as prestações caibam dentro do orçamento”, afirma Darlan Carlos de Souza, representante do Conselho do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ).

Para a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários, é importante organizar bem as finanças para evitar aperto no bolso e conseguir pagar todas as prestações. “Por direito, pode comprometer até 30% da renda na prestação do financiamento, mas o melhor é calcular antes de entrar no financiamento para que haja sobra e não chegue acomprometer os 30% e todo o salário fique comprometido porque depois a pessoa não vive”, diz.

Se decidir comprar um imóvel, alguns cuidados devem ser tomados. O primeiro é ter a consciência que é melhor sonhar com algo possível e que realmente caiba no orçamento. O segundo é ter flexibilidade. Antes dos 30 anos, muitas possibilidades, principalmente profissionais, podem surgir, como um emprego em outra cidade. Portanto, começar investindo em um imóvel pequeno, bem localizado e que possa ser alugado ou vendido sem maiores dificuldades pode ser uma boa solução.

Vale ressaltar que um imóvel é um bem que tem a tendência de valorizar. Ou seja, se o proprietário investe em um ainda jovem, logo terá um imóvel bem mais valorizado e com maior valor de mercado. Portanto, começar com um imóvel mais simples, inclusive, pode fazer com que ele sirva como entrada para um imóvel melhor no futuro.

“O ideal é começar com calma e devagar, com algo não tão caro e priorizar a boa localização. Hoje o mercado oferece muitas opções, o segredo é procurar com calma”, reforça Darlan. “Se for comprar na planta, é importante pesquisar sobre a construtora e se certificar da idoneidade dela para não cair em nenhum golpe”, complementa o representante do Creci-RJ.

Como o financiamento pode durar entre 20 a 35 anos, se começar a pagar mais tarde, o imóvel só se tornará próprio quando o proprietário já tiver mais de 50 anos. É preciso ficar atento para que as prestações mais altas não coincidam com os gastos mais altos com filhos. “O bom é ir subindo com o tempo. Incluir as prestações no orçamento, ganhar estabilidade no emprego, estudar para crescer na empresa e almejar algo melhor, inclusive o imóvel”, concluiu Darlan.

Fonte: https://goo.gl/r6ypl1


Postado dia 19/04/2017.

O mercado imobiliário tem recebido de forma positiva os anúncios de redução da taxa básica de juros da economia brasileira. A Selic caiu pela quarta vez seguida com o corte de 0,75 ponto percentual aprovado pelo Copom no dia 22 de fevereiro, ficando em 12,25% ao ano. Esse é o menor patamar desde o início de 2015.O mercado já apontava chance de 100% da Selic ser reduzida em abril e depois de reuniões realizadas, recentemente, com o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, especialistas apostam em um corte de 1,25% já na próxima reunião do Copom agendada para 12 de abril. Com juros menores, os financiamentos bancários ficam mais acessíveis, aumentando o poder de compra dos consumidores e a capitalização das empresas do setor imobiliário para apostarem em novos lançamentos.

Otair Guimarães , diretor comercial da Leste Realty,  uma das empresas responsáveis pela implantação do empreendimento Quinta dos Ventos, lançado em Ribeirão Preto no final de 2016, em parceria com o Grupo Engep, aposta que os juros vão cair ainda mais durante o ano e que a retomada do setor vai se consolidar. “Lançamos o Quinta dos Ventos na cidade porque acreditamos na recuperação da economia. Já comercializamos 50% dos lotes e isso é um sucesso. Com o Copom reduzindo os juros de forma consecutiva e apontando que o índice pode chegar a um dígito, temos sinais muito positivos para o setor”, avalia Guimarães.

O professor Adriel Branco, sócio da XVI Finance, explica que a redução da Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, pode afetar o mercado imobiliário em diversas frentes. “O mais direto é o efeito da diminuição do custo dos empréstimos para a população. A taxa Selic serve como referência para as diversas taxas de juros praticadas no mercado, e assim sua diminuição reflete na queda das taxas praticadas em diversos instrumentos financeiros (tais como os empréstimos às pessoas físicas), estimulando o consumo e os investimentos na compra de imóveis, uma vez que os juros pagos serão menores”, detalha o consultor. 

A diminuição dos juros também pode impulsionar o lançamento de empreendimentos imobiliários a um custo mais acessível às empresas do ramo. “Como tais empreendimentos geralmente envolvem um grande montante de capital, é comum a captação de recursos através de empréstimos à produção e/ou a fundos de investimento que pagam juros a seus detentores. Assim, a queda dos juros pode viabilizar novos projetos no setor, ao passo em que diminui o custo de captação das empresas. Adicionalmente, tal benefício pode ser repassado ao consumidor final por meio de melhores condições de pagamento, aquecendo o lado da demanda”, avalia Adriel Branco.

É justamente essa expectativa da retomada do poder de compra do consumidor que deixa otimista o setor imobiliário e os empresários do segmento. Otair Guimarães não tem dúvidas na volta do apetite do consumidor por bons produtos. “Com a crise que enfrentamos, o cliente ficou muito mais exigente e sabe muito bem o que quer e como comprar. Quem tem produtos inteligentes no mercado sai na frente na hora de atrair esse cliente”, afirma Guimarães.


Fonte: https://goo.gl/GrVMVd




Postado dia 04/04/2017.

Se você está tentando vender seu imóvel há algum tempo e nada de conseguir um acordo final até agora, talvez seja a hora de repensar suas estratégias. É fácil ficar frustrado quando se tem uma casa ou apartamento há semanas ou meses no mercado sem resposta. Veja dez razões que podem estar atrapalhando o seu negócio.

1) Preço alto

Sua casa realmente vale o que você está pedindo? Queira ou não, é o mercado que define quanto sua casa realmente vale e não você. Os compradores vão comparar o seu imóvel com os da vizinhança. Se os preços forem muito maiores, o interessado vai querer negociar. Lembre-se, sua casa realmente só vale o que as pessoas estão dispostas a pagar por ela.

2) Vá com calma

Talvez você esteja sufocando seus possíveis compradores. Por mais que queira saber como as coisas andam, é preciso deixar o seu agente imobiliário fazer o meio de campo por você. Durante as visitas, deixe que o profissional conduza os interessados, assim, eles ficarão mais à vontade para perguntar e dizer o que pensam. Isso ajuda na negociação e pode, inclusive, ajudar a identificar pontos de atrito que você precisa trabalhar para tornar a sua casa mais atraente.

3) Comprador não consegue encontrar a casa

Cada vez mais os compradores estão fazendo busca de imóvel pela internet. E se sua casa não está lá onde eles procuram, pode passar desapercebida. Certifique-se de que seu anúncio também seja feito nos principais sites, assim como nas imobiliárias e jornais. Quanto mais canais de comunicação, mais chance de encontrar o futuro dono do imóvel.

4) Use fotos atrativas

As fotos de um anúncio de imóvel (ou a falta delas) podem ser cruciais para fazer alguém entrar em contato ou desistir da compra. Os interessados querem ter uma boa impressão sobre a casa que, afinal, poderá ser seu novo lar. Portanto, evite fotos de má qualidade ou poucas opções. Invista em vários ângulos de todos os cômodos da casa e destaque os pontos positivos.

5) Os reparos

Enquanto alguns compradores estão dispostos a assumir um projeto, a maioria prefere se livrar de qualquer reparo. De obras grandes, como um telhado ou vazamento, a pequenas, como a torneira pingando, é melhor corrigir antes. Mesmo porque você não quer que seus compradores façam uma lista de consertos, não é mesmo? Corrigir tudo o que puder antes das visitas vai ajudá-los a se concentrarem no imóvel e não no quanto vão ter que gastar com reparos.

6) É a sua cara

É importante que, ao ver o imóvel, o comprador consiga visualizar sua nova vida lá. Então, tente não deixar a casa tanto com a sua cara. Nos dias de visita, ao menos, livre-se das fotos de família, dos desenhos das crianças pregados na geladeira e de muita informação visual e bem pessoal.

7) Transformações esquisitas

Você já fez algumas mudanças, digamos, estranhas na casa? A ideia de transformar sua garagem em uma sala de recreação parecia ótima, mas a maioria dos compradores preferem ter o espaço de armazenamento para seus veículos e ferramentas. Assim como quebrar uma parede para fazer um grande closet pode também não agradar àqueles que prefira um quarto extra para crianças ou convidados. Uma renovação que vai contra o que a maioria das pessoas espera encontrar em uma casa pode reduzir as chances de negócio. Desfaça tais alterações, se puder, ou se prepare para baixar o preço pedido.


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8) Aparência

Se seu imóvel já parece desleixado por fora, provavelmente ninguém vai querer entrar nele. Nada de ervas daninhas ou sujeira na calçada. Pintura descascada, calhas frouxas também podem assustar e repelir os possíveis compradores.

9) O momento certo

Muitas pessoas procuram casas nas estações mais amenas como primavera e outono. No caso dos europeus, o inverno não é o melhor momento, pois ninguém quer ficar andando na neve. Já no Brasil, é o verão a época mais difícil em cidades como o Rio, devido ao calor intenso. A não ser que o comprador esteja com muita pressa de adquirir um imóvel, estas estações não costumam ser as mais convidativas em suas respectivas regiões.

10) Peça ajuda

Contratar imobiliárias pode até levar uma parte da venda, mas ao fazer tudo sozinho, você corre o risco de não ter nada nem mesmo para repartir. Se está tendo problemas para vender a sua casa, pode ser hora de chamar um profissional.


FONTE: OGLOBO.COM


Postado dia 10/03/2017.

Durante quase dez anos, o segmento de construção civil em Foz do Iguaçu esteve estagnado. O crescimento iniciou no final de 2009, movimentando cerca de R$ 10 milhões só com condomínios horizontais. Uma das razões para o crescimento é o fato da região ser um centro universitário, além do turismo, Itaipu e outros fatores. É esperado que mais de 12 mil estudantes passem a frequentar Foz do Iguaçu nos próximos anos.

Outro ano de destaque para a região foi 2014, no período da Copa do Mundo no Brasil, pois foi o momento do mercado acompanhar  de perto as construções e o crescimento das cidades-sede, os projetos de mobilidade urbana valorizaram ainda mais os empreendimentos no município.

A valorização dos imóveis subiu para 18%, maior índice comparado as outras regiões do Estado. A capital do Paraná, Curitiba, por exemplo, subiu apenas 7,09% durante o último ano. Outros municípios que apresentaram crescimento considerável foram Cascavel e Maringá.

Para os empreendedores, esse ano é de grande expectativas para o mercado imobiliário em Foz do Iguaçu. O crescimento do município tem sido comentado também em veículos de notícia como um dos melhores lugares para adquirir um imóvel, principalmente se for começar do zero. Em 2015, os contribuintes também poderão aproveitar as baixas taxas de IPTU que caiu para 3,65%.
Fonte: Portal H2FOZ

Postado dia 10/03/2017.
Foz do Iguaçu ocupa a 94º posição entre as  melhores 200 cidades com mercado imobiliário mais atrativo do Brasil.  Entre as cidades paranaenses, 12 estão no ranking e Foz do Iguaçu  ocupa a  6 º colocação no Paraná. 

A conclusão é de um estudo da consultoria Prospecta Inteligência Imobiliária que indica as 200 melhores cidades com menos de 1 milhão de habitantes para investir em imóveis no País. A matéria foi publicada na Revista Construção Mercado, Edição 164 - Março/2015

Foram analisadas 94% das cidades brasileiras, e para mostrar quais delas possuem maior potencial, a consultoria desenvolveu um indicador (chamado P2i - Lead) que analisa a atratividade dos municípios a partir do cruzamento de uma série de variáveis, entendendo e mapeando o mercado imobiliário pela ótica da demanda.

O indicador também mostra o potencial da cidade para investimentos em imóveis de alto, médio e baixo padrão. Para cada um dos padrões é atribuída uma classificação, que vai de péssimo a ótimo. 

No ranking das 200 cidades com menos de 1 milhão de habitantes para se investir em imóveis no pais , Foz do Iguaçu está na posição 94º entre as cidades do Brasil e ocupa o 6º lugar entre as cidades Paranaenses.

As cidades que aparecem nas 100 primeiras posições atingiram uma nota alta no índice a partir do preenchimento de quesitos como: alta renda per capita, alto número de pessoas economicamente ativas, déficit imobiliário considerado atrativo, nível de instrução elevado, alta capacidade de endividamento, entre outros.

Entre as conclusões do estudo, a consultoria afirma que "as localidades mais aquecidas normalmente são os mesmos alvos dos investidores e com tantos players olhando para o mesmo lugar, é natural que as oportunidades diminuam na localidade com o tempo".
Fonte: http://www.pmfi.pr.gov.br/noticia/?idNoticia=37784